terça-feira, 14 de setembro de 2010

Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica

Revendo a insterdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica e refletindo sobre o texto " As crianças e a Infância: definindo conceitos, delimitando o campo" de Manuel Pinto e Manuel Jacinto Sarmento, concordo com as afirmação dos autores que citam que a principal necessidade física das crianças é a alimentação, da qual elas são totalmente dependentes dos adultos nos primeiros anos de vida. Mas não é só disso que elas necessitam, Espaço e Tempo são primordiais para o exercício de jogos e brincadeiras com a família, inclusive a criança que tem TDHA, tem uma agitação natural e necessita expandir esta energia com atividades saudáveis, mantendo um relacionamento afetivo com os colegas. Para atender estas crianças com TDHA, além da família e da escola, há necessidade de suporte de um profissional da saúde para que todos juntos encontrem uma melhor maneira de agir com estas crianças.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fundamentos da Alfabetização - Eixo 2



Relendo algumas atividades postadas no Webfolio da interdisciplina Fundamentos da Alfabetização –B, penso que todos nós, desde que nascemos até o momento de nossa alfabetização, já temos uma bagagem de letramento, pois em nosso meio, vivenciamos a grafia das letras e números, através de livros de história, tv, filmes, desenhos animados, etc. Isto se torna ao muito importante para que mais tarde a aprendizagem da alfabetização aconteça com tranqüilidade e de forma satisfatória.


Isso não acontece com as crianças portadoras de TDAH, pois as mesmas têm dificuldade em prestar atenção e aprender, interferindo assim no seu rendimento escolar, tornando assim, mais difícil o processo de alfabetização desta criança, levando o mesmo a situações de permanencia na série, bem como dificuldades na escrita devido a este transtorno.

domingo, 5 de setembro de 2010

Semana I




De acordo com a intersiciplina Escola, Projeto Pedagógico e currículo - B do eixo-I, observei que o currículo deve contemplar toda a demanda de alunos, inclusive os portadores de TDAH, onde os mesmos, em geral apresentam maiores dificuldades na área cognitiva.

Nós educadores precisamos nos questionar sobre o conceito de educação, de aprendizagem, e consequentemente, de currículo, para incluir não somente os alunos ditos "normais" e sim todos. O profissional tendo um conhecimento e entendimento sobre o TDAH o mesmo poderá auxiliar e mediar de forma mais coerente a aprendizado.

Estes alunos em especial não possuem um curriculo escolar diferenciado o que devemos propor as mesmos são didáticas diferenciadas bem como respeitar o seu ritmo.

Pensando no TCC

A partir das experiências que já tenho passado durante os meus 24 anos como educadora e em especial neste ano que estou evidenciando em minha sala dea aula com alunos que sofrem de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) prejudica a capacidade de concentração e atenção do aluno. A falta de atenção e autocontrole, que caracterizam este distúrbio, intensifica-se em situações de grupo, dificultando ainda mais a percepção seletiva dos estímulos relevantes, e a estruturação e execução adequada das tarefas.
Em razão disto pretendo conhecer e aprender a conviver com os sintomas do Transtorno e Déficit der Atenção e hiperatividade (TDAH), obtendo como objetivo evidenciar na prática pedagógica dos professores como eles entendem e lidam com as crianças com este transtorno, também definir o que vem a ser o TDAH e as suas classificações, identificando os fatores causadores, os efeitos que ele pode causar, bem como, levantar sugestões que possam auxiliar os profissionais da educação de como lidar com o hiperativo, ressaltando a importância do papel da escola na vida do portador de TDAH.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Iniciando o Eixo IX



Tema para o TCC - TDAH


Foi através do meu estágio curricular e de experiências de anos anteriores, que tive muito contato com alunos com déficit de atenção e hiperatividade. Durante estes anos de prática docente várias vezes esternei minha preocupação em dar conta deste aluno na parte cognitiva.

Meu objetivo em tratar deste tema no meu TCC é poder dar suporte para que eu possa reconhecer o portador deste transtorno, evitando confundi-lo com uma criança indisciplinada, desatenta ou desmotivada, traçando estratégias que favoreçam a sua integração na escola e na família.

domingo, 27 de junho de 2010

Fazendo reflexao


Para escrever o meu workshop, fiz uma reflexao sobre as postagens feitas no portfólio de Aprendizagens, considero que houve uma troca de saberes, pois durante as inúmeras atividades que propus, também tive ganho de conhecimentos.


Comparando o meu primeiro estágio realizado em 1986, posso afirmar que para a realização deste, estava mais preparada profissionalmente, mérito que atribuo a qualidade dos profissionais que nos assistem desde o primeiro semestre.


Apesar de a nossa escola contar com profissional na orientação e a minha turma ter um número máximo de 20 alunos, senti bastante dificuldade no atendimento diferenciado aos alunos que apresentam características que limitam e retardam o seu aprendizado. Atendo três epiléticos e um com 13 anos de idade com dificuldades na audição, sendo que algumas vezes fica agressivo com os colegas.


Percebi que os jogos proporcionaram momentos de descontração e ao mesmo tempo de aprendizagem, inclusive, a maioria deles foi confeccionado pelos alunos, o que deu mais entusiasmo a eles.


Considero a tecnologia como a grande descoberta, pois foi através dela que a maioria dos alunos teve o primeiro contato e pode usufruir de todos os programas que explorei. Até mesmo para mim que estou em formação, essa ferramenta me deu suporte de pesquisas para poder diferenciar o meu planejamento do estágio. A minha frustração foi com o uso diário na escola, pois não temos sala de informática, muito menos computador com acesso a internet. O jeito foi se contentar com um notebook para 20 alunos se revezarem.

Ficou evidente que trabalhar por projetos proporciona uma maior integração dos alunos da turma e de toda comunidade escolar. Na minha escola, todos se engajam e trabalham com o mesmo tema, cada um adequando a sua turma, havendo assim uma troca de saberes e experiências onde educando e educador saem ganhando.

“Não tenho um caminho novo.

O que tenho de novo é um jeito de caminhar”.

Thiago de Melo

domingo, 20 de junho de 2010

Jogos Didáticos

O passeio educativo



Passeio Turístico



Pião colorido




Para Moratori (2003), ao optar por uma atividade lúdica o educador deve ter
objetivos bem definidos. Esta atividade pode ser realizada como forma de conhecer o grupo com o qual se trabalha ou pode ser utilizada para estimular o desenvolvimento de determinada área ou promover aprendizagens específicas (o jogo como instrumento de desafio cognitivo).
Acredito que os jogos didáticos vêm tendo uma importância em nossa sala de aula, pois estamos usando estes recursos para obtermos melhores resultados no processo de aprendizagem dos alunos. Eles estão me auxiliando a desenvolver uma aprendizagem prazerosa, lúdica e significativa para o aluno.
Os jogos estão se tornando um excelente recurso, tendo como um aliado eficiente para desenvolver meu trabalho com os educandos, pois a criança necessita de atividades dinâmicas para propiciar-lhe um ambiente favorável para desenvolvimento de seu interesse pela aprendizagem. Brincar com jogos didáticos é um ótimo recurso, desde que seja bem trabalhado e tenha um objetivo claro e coerente.