Partindo da leitura do texto, sem dúvida alguma a comunidade surda vem buscando através dos tempos seus direitos como qualquer cidadão, essa luta tem sido lenta e gradual, mas já começa a colher alguns resultados.
A comunicação destas pessoas passou por um longo processo. Atualmente nas escolas regulares o convívio desses portadores de deficiência, dá-se através da língua de sinais “ LIBRAS”, fazendo com que ambos consigam trocar suas experiências e interagindo na aprendizagem.
O texto sobre a política de ensino de surdos, apresentam duas possibilidades para as comunidades surdas, adotar a proposta de reforma dentro de um sistema audista ou lutar contra a sua exclusão, sendo que na primeira opção os surdos seriam considerados como enfermos, carentes de tratamentos. Na segunda opção sua luta é ainda mais intensa,pois precisam buscar na sociedade ouvinte apoio, solidariedade em prol desse novo desafio, buscando uma integração dos mesmos nessa sociedade tão preconceituosa.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O menino Victor
Ao assistir o filme “’O Menino Selvagem”, tive a certeza de como sofriam as crianças surdas-mudas, ainda mais esta que foi abandonada e com a tentativa de suicídio. Penso que a atitude dos pais foi de intolerância e falta de aceitação por falta dos mesmos, talvez por um ato de desespero, acharam melhor livrar-se do problema.
Esta criança sobreviveu como um animal selvagem, passando por toda a sorte de provação, sendo um milagre sua sobrevivência dada as circunstâncias.
A sociedade da época era totalmente preconceituosa, pois o menino era tratado dentro da instituição própria para as suas necessidades como um animal, não recebendo qualquer tipo de atenção e tratamento adequado. Fiquei admirada de que naquela instituição voltada para o ensino de surdos não havia nenhum tipo de tratamento clínico e psicopedagógico, onde consideraram esse menino inferior a um animal, “um idiota’. O professor Itard, sensibilizado pelo tratamento e acreditando poder ajudar mais o garoto, conseguiu a guarda do mesmo. Apesar do esforço dele, acredito que o mesmo não tinha o conhecimento adequado para melhor atendê-lo e mesmo do seu jeito foi treinando o menino pelas necessidades físicas que era o seu alimento, pois quando o menino acertava a suas tarefas era recompensado, porém, se ele errava, era castigado.
Acredito que dessa forma ele estava testando seus conhecimentos cognitivos e suas percepções. Num dado momento, embora ele tivesse acertado a tarefa, o professor o castiga tentando identificar a sua sensibilidade, na qual o garoto reagiu, pois entendeu que não era merecedor daquele castigo. Ficando provado que o garoto estava tendo compreensão do que se passava a sua volta.
Mesmo o menino estar se adaptando a viver naquele ambiente, ele teve a necessidade de voltar ao seu habitat onde ficou por algum tempo, até pensei que ele não retornaria mais a “civilização”. Mas pela condição humana dele, penso que o mesmo já refletia sobre a sua existência e para a minha surpresa, retornou a casa daquele que o abrigara, pois acredito que ali ele se sentiu seguro e protegido.
Esta família que Victor encontrou foi de extrema importância para o seu desenvolvimento, pois do jeito deles, sempre tiveram o intuito foi de acertar.
Relacionando a história de Victor com a dos surdos-mudos, observo que realmente durante muitos anos eles foram vistos como anormais e não tinham perspectivas de vida, viviam isolandos da sociedade e sem qualquer direito voltado à educação, quanto muito aprendiam a escrever seu próprio nome.
Atualmente há uma preocupação e uma visão de acessibilidade a essa demanda de alunos, embora as escolas regulares ainda não encontram-se preparadas na parte psicopedagógica como também na estrutura física. O filme nos faz refletir sobre a situação da inclusão nos dias de hoje da necessidade de cada vez mais nos prepararmos para atender de maneira digna este tipo de aluno.
Esta criança sobreviveu como um animal selvagem, passando por toda a sorte de provação, sendo um milagre sua sobrevivência dada as circunstâncias.
A sociedade da época era totalmente preconceituosa, pois o menino era tratado dentro da instituição própria para as suas necessidades como um animal, não recebendo qualquer tipo de atenção e tratamento adequado. Fiquei admirada de que naquela instituição voltada para o ensino de surdos não havia nenhum tipo de tratamento clínico e psicopedagógico, onde consideraram esse menino inferior a um animal, “um idiota’. O professor Itard, sensibilizado pelo tratamento e acreditando poder ajudar mais o garoto, conseguiu a guarda do mesmo. Apesar do esforço dele, acredito que o mesmo não tinha o conhecimento adequado para melhor atendê-lo e mesmo do seu jeito foi treinando o menino pelas necessidades físicas que era o seu alimento, pois quando o menino acertava a suas tarefas era recompensado, porém, se ele errava, era castigado.
Acredito que dessa forma ele estava testando seus conhecimentos cognitivos e suas percepções. Num dado momento, embora ele tivesse acertado a tarefa, o professor o castiga tentando identificar a sua sensibilidade, na qual o garoto reagiu, pois entendeu que não era merecedor daquele castigo. Ficando provado que o garoto estava tendo compreensão do que se passava a sua volta.
Mesmo o menino estar se adaptando a viver naquele ambiente, ele teve a necessidade de voltar ao seu habitat onde ficou por algum tempo, até pensei que ele não retornaria mais a “civilização”. Mas pela condição humana dele, penso que o mesmo já refletia sobre a sua existência e para a minha surpresa, retornou a casa daquele que o abrigara, pois acredito que ali ele se sentiu seguro e protegido.
Esta família que Victor encontrou foi de extrema importância para o seu desenvolvimento, pois do jeito deles, sempre tiveram o intuito foi de acertar.
Relacionando a história de Victor com a dos surdos-mudos, observo que realmente durante muitos anos eles foram vistos como anormais e não tinham perspectivas de vida, viviam isolandos da sociedade e sem qualquer direito voltado à educação, quanto muito aprendiam a escrever seu próprio nome.
Atualmente há uma preocupação e uma visão de acessibilidade a essa demanda de alunos, embora as escolas regulares ainda não encontram-se preparadas na parte psicopedagógica como também na estrutura física. O filme nos faz refletir sobre a situação da inclusão nos dias de hoje da necessidade de cada vez mais nos prepararmos para atender de maneira digna este tipo de aluno.
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domingo, 13 de setembro de 2009
leitura labial

A alguns anos atrás, tive contato com uma vizinha surda, e conforme os esclarecimentos da professora Carolina descobri que a mesma não possuía identidade surda, pois ela fazia questão de não usar a Língua de Sinais e tentava se comunicar por meio da escrita e da leitura labial.
Leitura labial: Tentativa de compreender a fala por meio de “forma” dos lábios. É também chamada leitura da fala.http://www.google.com.br/url?&q=http://www.sur10.net/canal-surtec/glossario/&ei=N2ytSqGEIcW7lAfun4zSBg&sa=X&oi=define&ct=&cd=1&usg=AFQjCNFUTAl-r_fzb3DF2NT61sN-zsqc_A
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Língua Brasileira de Sinais
Na aula presencial do dia 08 de setembro da Interdisciplina de Língua Brasileira de Sinais, fiquei encantada com a desenvoltura tanto da professora em se expressar através da Língua de Sinais como com a sua intérprete. Tive muitos esclarecimentos, pois nunca tinha praticado o alfabeto em Libras e pude até praticar algumas palavras orientada pela professora Carolina.
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