No dia 06/10 tivemos uma aula presencial muito significativa, onde obtive muitos
aprendizados a partir das apresentações realizadas por minhas colegas.
O grupo 8 apresentou o PA "Existe um método mais eficiente para a alfabetização?" Este
tema me levou a refletir de como é importante o método de alfabetização escolhido pelo
educador onde o mesmo deve estar muito bem preparado e saber como utilizá-lo.
O grupo 3 que apresentou o PA "Inclusão nas escolas regulares". Este tema é mesmo que foi
escolhido por meu grupo, porém em outras palavras. A partir da apresentação de minhas colegas
ficou ainda mais claro para mim que este assunto ainda é muito amplo onde ainda teremos
muitas discurssões, debates, pesquisas a serem realizados.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Grupo 9 -Como se dá a verdadeira inclusão?
Adaptações Curriculares na inclusão
As adaptações curriculares constituem possibilidades educacionais para atuar frente às condições de aprendizagem dos alunos. Não se trata de um novo currículo, de um currículo dinâmico, alterável, passível de ampliação, para que atenda realmente a todos os educandos. Nessas circunstâncias, as adequações curriculares implicam em planejamento pedagógico e ações docentes fundamentadas em critérios que definem:
O que o aluno deve aprender;
Como e quando aprender;
Que formas de organização do ensino são mais eficientes para o processo de aprendizagem;
Como e quando avaliar o aluno;
Para que TODOS alunos participem integralmente em um ambiente rico de oportunidades educacionais com resultados favoráveis, alguns aspectos precisam ser considerados, destacando-se entre eles:
A preparação e a dedicação da equipe da escola;
O apoio adequado e recursos especializados, quando forem necessários;
As adequações curriculares e de acesso ao currículo.
As adequações curriculares visam atender as necessidades educacionais dos alunos, objetivando estabelecer uma relação harmônica entre essas necessidades e a programação curricular. Estão focalizadas, portanto na interação entre as necessidades do educando e as respostas educacionais a serem propiciadas.
As necessidades especiais revelam que tipos de ajuda, diferentes das usuais, são requeridos, de modo a cumprir as finalidades de educação. As respostas essas necessidades deve mestar previstas e respaldas no projeto pedagógico da escola não por meio de um currículo novo, mas da adequação progressiva do regular, buscando garantir que os alunos participem de uma programação tão normal quando possível, mas considere as especificidades que as suas necessidades possam requerer.
O currículo nessa visão é um instrumento útil, uma ferramenta que pode ser alterada para beneficiar o desenvolvimento pessoal e social dos alunos, resultando em alterações que podem ser de maior ou menor expressividade.
A maior parte das adequações curriculares realizadas na escola é considerada menos significativa porque se constituem modificações menores no currículo regular e são facilmente realizadas pelo professor no planejamento normal das atividades docentes e constituem pequenos ajustes dentro do contexto normal de sala de aula.
ADEQUAÇÔES DE ACESSO AO CURRÌCULO
As seguintes medidas constituem adequações de acesso ao currículo:
Criar condições físicas, ambientais e materiais para o aluno na sua unidade escolar de atendimento;
Propiciar os melhores níveis de comunicação e de interação com as pessoas com as quais convive na comunidade escolar:
Favorecer a participação nas atividades escolares:
Propiciar o mobiliário específico necessário;
Adequar materiais de uso comum em sala de aula;
Adotar sistemas de comunicação alternativos para os alunos superdotados impedidos de comunicação oral (no processo ensino-aprendizagem e na avaliação).
SUGESTÔES QUE FAVORECEM O ACESSO AO CURRICULO
Agrupar os alunos de uma maneira que facilite as realizações de atividades em grupo e incentive a comunicação e as relações interpessoais.
Proporcionar ambientes com adequada luminosidade sonoridade e movimentação.
Encorajar, estimular, reforçar a comunicação, a participação, o sucesso, a iniciativa e o desempenho do aluno.
Adequar materiais escritos de uso comum: destacar alguns aspectos que necessitam ser aprendidos com cores, desenhos, traços; cobrir partes que podem desviar a atenção do aluno; incluir desenhos, gráficos que ajudem na compreensão; destacar imagens; modificar conteúdos e material escrito, de modo a torná-lo mais acessível À compreensão, etc.
Providenciar softwares educativos e específicos.
Despertar a motivação, atenção e o interesse do aluno.
Apoiar o uso dos materiais de ensino e aprendizagem de uso comum.
Atuar para eliminar sentimentos de inferioridade, menos valia ou fracasso.
Texto de Rosita Edler Carvalho
Observação: Obtivemos este material através de uma Formação de professores que trabalham com alunos com necessidades educacionais especiais, realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Prefeito José Linck, pelas professoras Isabel Santana Oliveira e Josefa Maria W. Lopes.
As adaptações curriculares constituem possibilidades educacionais para atuar frente às condições de aprendizagem dos alunos. Não se trata de um novo currículo, de um currículo dinâmico, alterável, passível de ampliação, para que atenda realmente a todos os educandos. Nessas circunstâncias, as adequações curriculares implicam em planejamento pedagógico e ações docentes fundamentadas em critérios que definem:
O que o aluno deve aprender;
Como e quando aprender;
Que formas de organização do ensino são mais eficientes para o processo de aprendizagem;
Como e quando avaliar o aluno;
Para que TODOS alunos participem integralmente em um ambiente rico de oportunidades educacionais com resultados favoráveis, alguns aspectos precisam ser considerados, destacando-se entre eles:
A preparação e a dedicação da equipe da escola;
O apoio adequado e recursos especializados, quando forem necessários;
As adequações curriculares e de acesso ao currículo.
As adequações curriculares visam atender as necessidades educacionais dos alunos, objetivando estabelecer uma relação harmônica entre essas necessidades e a programação curricular. Estão focalizadas, portanto na interação entre as necessidades do educando e as respostas educacionais a serem propiciadas.
As necessidades especiais revelam que tipos de ajuda, diferentes das usuais, são requeridos, de modo a cumprir as finalidades de educação. As respostas essas necessidades deve mestar previstas e respaldas no projeto pedagógico da escola não por meio de um currículo novo, mas da adequação progressiva do regular, buscando garantir que os alunos participem de uma programação tão normal quando possível, mas considere as especificidades que as suas necessidades possam requerer.
O currículo nessa visão é um instrumento útil, uma ferramenta que pode ser alterada para beneficiar o desenvolvimento pessoal e social dos alunos, resultando em alterações que podem ser de maior ou menor expressividade.
A maior parte das adequações curriculares realizadas na escola é considerada menos significativa porque se constituem modificações menores no currículo regular e são facilmente realizadas pelo professor no planejamento normal das atividades docentes e constituem pequenos ajustes dentro do contexto normal de sala de aula.
ADEQUAÇÔES DE ACESSO AO CURRÌCULO
As seguintes medidas constituem adequações de acesso ao currículo:
Criar condições físicas, ambientais e materiais para o aluno na sua unidade escolar de atendimento;
Propiciar os melhores níveis de comunicação e de interação com as pessoas com as quais convive na comunidade escolar:
Favorecer a participação nas atividades escolares:
Propiciar o mobiliário específico necessário;
Adequar materiais de uso comum em sala de aula;
Adotar sistemas de comunicação alternativos para os alunos superdotados impedidos de comunicação oral (no processo ensino-aprendizagem e na avaliação).
SUGESTÔES QUE FAVORECEM O ACESSO AO CURRICULO
Agrupar os alunos de uma maneira que facilite as realizações de atividades em grupo e incentive a comunicação e as relações interpessoais.
Proporcionar ambientes com adequada luminosidade sonoridade e movimentação.
Encorajar, estimular, reforçar a comunicação, a participação, o sucesso, a iniciativa e o desempenho do aluno.
Adequar materiais escritos de uso comum: destacar alguns aspectos que necessitam ser aprendidos com cores, desenhos, traços; cobrir partes que podem desviar a atenção do aluno; incluir desenhos, gráficos que ajudem na compreensão; destacar imagens; modificar conteúdos e material escrito, de modo a torná-lo mais acessível À compreensão, etc.
Providenciar softwares educativos e específicos.
Despertar a motivação, atenção e o interesse do aluno.
Apoiar o uso dos materiais de ensino e aprendizagem de uso comum.
Atuar para eliminar sentimentos de inferioridade, menos valia ou fracasso.
Texto de Rosita Edler Carvalho
Observação: Obtivemos este material através de uma Formação de professores que trabalham com alunos com necessidades educacionais especiais, realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental Prefeito José Linck, pelas professoras Isabel Santana Oliveira e Josefa Maria W. Lopes.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Cultura Surda e Comunidade Surda
O único contato que eu tive com pessoa surda foi com uma vizinha que perdi o contato, pois a mesma mudou-se. Não tenho relato nem experiência no sentido de convivência com pessoas surdas, tampouco, com alunos.
Porém tenho a opinião formada através do que li que a melhor maneira de comunicação seja através da língua de sinais, mas para que isto ocorra efetivamente, os ouvintes também deveriam se apropriar desta língua, pois o surdo não tem a sua disposição um intérprete para que se faça entender.
Conversando com uma colega que tem aluno surdo em sua escola, a mesma relatou que este aluno apresenta um desenvolvimento cognitivo a quem dos demais colegas da turma que são da mesma faixa etária, mas ela esclareceu que isto não se justifica pela sua deficiência auditiva, mas sim à deficiência cultural onde o mesmo está inserido, pois o grupo social que ele freqüenta não lhe deu oportunidades de acesso, no momento devido, a uma língua de sinais que edificasse as bases para um desenvolvimento lingüístico e consequentemente cognitivo.
Assim como no ambiente escolar, fora dele é muito importante que o ouvinte dê atenção especial à comunicação visual de surdo (língua de sinais, gestos naturais, dramatização, mímica, desenho, escrita) como forma privilegiada na interação.
Acredito que a língua de sinais, oferece a possibilidade de constituição de significado, cumprindo seu papel fundamental no desenvolvimento lingüístico, cognitivo e emocional dos indivíduos surdos.
Porém tenho a opinião formada através do que li que a melhor maneira de comunicação seja através da língua de sinais, mas para que isto ocorra efetivamente, os ouvintes também deveriam se apropriar desta língua, pois o surdo não tem a sua disposição um intérprete para que se faça entender.
Conversando com uma colega que tem aluno surdo em sua escola, a mesma relatou que este aluno apresenta um desenvolvimento cognitivo a quem dos demais colegas da turma que são da mesma faixa etária, mas ela esclareceu que isto não se justifica pela sua deficiência auditiva, mas sim à deficiência cultural onde o mesmo está inserido, pois o grupo social que ele freqüenta não lhe deu oportunidades de acesso, no momento devido, a uma língua de sinais que edificasse as bases para um desenvolvimento lingüístico e consequentemente cognitivo.
Assim como no ambiente escolar, fora dele é muito importante que o ouvinte dê atenção especial à comunicação visual de surdo (língua de sinais, gestos naturais, dramatização, mímica, desenho, escrita) como forma privilegiada na interação.
Acredito que a língua de sinais, oferece a possibilidade de constituição de significado, cumprindo seu papel fundamental no desenvolvimento lingüístico, cognitivo e emocional dos indivíduos surdos.
Marcadores:
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - B
domingo, 20 de setembro de 2009
Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola
Realizando a atividade do módulo 2, da interdisciplina de Linguagem e Educação - B, concluí que
infelizmente ainda encontramos escolas tradicionais onde a “decoreba” ainda é resultado de aprendizagem onde o aluno responde aquilo que o professor quer ouvir, sendo incapaz de ler nas entrelinhas.
Nota-se que esse tipo de letramento faz com que o aluno não seja crítico e capaz de lutar pelos seus ideais, valorizando e acreditando em suas idéias e assim, defendendo-as.
A classe social onde o sujeito está inserido influencia no desenvolvimento intelectual e cognitivo, onde o educando muitas vezes chega letrado mesmo antes de ser alfabetizado. A pessoa que é alfabetizada somente para o ambiente escolar, muitas vezes sofre as conseqüências das exigências da vida em sociedade.
Mais do que nunca a escola precisa preparar o aluno para a vida, para ele atuar em sociedade, ocupando seus espaços de cidadão.
Cada vez mais o professor torna-se o mediador indispensável na formação de um cidadão autônomo, que defenda seus pensamentos de forma crítica e organizada.
infelizmente ainda encontramos escolas tradicionais onde a “decoreba” ainda é resultado de aprendizagem onde o aluno responde aquilo que o professor quer ouvir, sendo incapaz de ler nas entrelinhas.
Nota-se que esse tipo de letramento faz com que o aluno não seja crítico e capaz de lutar pelos seus ideais, valorizando e acreditando em suas idéias e assim, defendendo-as.
A classe social onde o sujeito está inserido influencia no desenvolvimento intelectual e cognitivo, onde o educando muitas vezes chega letrado mesmo antes de ser alfabetizado. A pessoa que é alfabetizada somente para o ambiente escolar, muitas vezes sofre as conseqüências das exigências da vida em sociedade.
Mais do que nunca a escola precisa preparar o aluno para a vida, para ele atuar em sociedade, ocupando seus espaços de cidadão.
Cada vez mais o professor torna-se o mediador indispensável na formação de um cidadão autônomo, que defenda seus pensamentos de forma crítica e organizada.
domingo, 13 de setembro de 2009
leitura labial

A alguns anos atrás, tive contato com uma vizinha surda, e conforme os esclarecimentos da professora Carolina descobri que a mesma não possuía identidade surda, pois ela fazia questão de não usar a Língua de Sinais e tentava se comunicar por meio da escrita e da leitura labial.
Leitura labial: Tentativa de compreender a fala por meio de “forma” dos lábios. É também chamada leitura da fala.http://www.google.com.br/url?&q=http://www.sur10.net/canal-surtec/glossario/&ei=N2ytSqGEIcW7lAfun4zSBg&sa=X&oi=define&ct=&cd=1&usg=AFQjCNFUTAl-r_fzb3DF2NT61sN-zsqc_A
Marcadores:
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD - B
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Língua Brasileira de Sinais
Na aula presencial do dia 08 de setembro da Interdisciplina de Língua Brasileira de Sinais, fiquei encantada com a desenvoltura tanto da professora em se expressar através da Língua de Sinais como com a sua intérprete. Tive muitos esclarecimentos, pois nunca tinha praticado o alfabeto em Libras e pude até praticar algumas palavras orientada pela professora Carolina.
Marcadores:
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD - B
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Tecnologias na Educação
Eu e minha irmã Cátia, estamos realizando um curso oferecido pelo MEC, para trabalharmos com as TICs na educação. Tenho certeza que este curso será de grande valia para mim como para os educandos. Acredito que cada vez mais precisamos inovar nosso ensino, buscando atividades e recusrsos diversificados que vão de encontro ao interesse de nossos alunos.A educação precisa estar sempre renovando, buscando um aprendizado satisfatório.
Assinar:
Postagens (Atom)